Graças à entrada de novas empresas no mercado, ano poderá marcar o início da era dos tablets e o fim do reinado dos netbooks.

Por volta de 56 milhões de tablets devem ser produzidos em 2011, afirma estudo da DisplaySearch. Com base nas informações obtidas com as empresas do ramo, ela estima que a quantidade fabricada será três vezes maior se comparada a do ano passado.

Fazer com que Apple, Samsung ou Motorola revelem quantos tablets pretendem vender é algo praticamente impossível – e é compreensível que assim seja, afinal, falar em dez milhões e, no final do ano, não conseguir nem metade disso, pode ser humilhante. Mas, caso nenhuma previsão seja externada, os cinco milhões podem até ser comemorados – a fim de manter as aparências.

Nos bastidores, no entanto, as empresas sempre têm um número em mente, mesmo porque não devem deixar que seus produtos faltem nas lojas – e para isso, precisam adquirir os componentes necessários o quanto antes, coordenar a distribuição, cuidar do marketing etc. Portanto, para descobrir o número de 2011, a DisplaySearch prestou atenção nos fornecedores, intuindo assim quanto está sendo estocado.

Segmentação
“Os produtos a serem anunciados, revelados ou demonstrados, nas próximas semanas marcarão um grande momento e, provavelmente, favorecerão a segmentação do setor de tablets”, disse Richard Shim, analista da DisplaySearch. “Essa segmentação fará com que o mercado cresça ainda mais rápido”.

O instituto também afirma que a popularização dos tablets reduzirá a vendas de netbooks e de notebooks de baixo rendimento. A Intel, por sinal, por já estar ciente disso, lançou o Sandy Bridge, chip que com certeza, não serve para notebooks baratos. À medida que os tablets ganhem recursos e percam preço, é provável que eles substituam dispositivos menos práticos.

Analistas estimam que a Apple pretende comercializar 50 milhões de iPads em 2011. Se isso for confirmado, significa que ela seria responsável por 86% dos aparelhos que a DisplaySearch acredita que serão vendidos. De qualquer forma, se os 56 milhões forem alcançados, 2011 poderá ser visto como o início da era dos tablets, e o ano de declínio dos efêmeros netbooks.

Notícia de: IDG Now!

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