Cada empresa deve analisar seu perfil para ver se é melhor optar pela nuvem privada ou pela pública.

A nuvem privada fica atrás do firewall da empresa, para ter mais controle de acesso ao sistema. O Itaú-Unibanco, por exemplo, mantém uma nuvem privada para rodar o correio eletrônico, CRM e banco de dados.

Cezar Taurion, gerente de novas tecnologias aplicadas da IBM dá as dicas de como fazer essa avaliação. Ele é autor do livro Computação em Nuvem : Transformando o Mundo da Tecnologia da Informação, da editora Brasport. O especialista destaca três aspectos que devem ser considerados pelas empresas: segurança, flexibilidade e integração.

Flexiblidade: para oferecer serviços a preço baixo, as empresas que trabalham com computação em nuvem oferecem pacotes padronizados. Isso pode ser interessante para start-ups e para algumas necessidades de empresas médias e grandes. Porém, nem sempre esses padrões se encaixam nas necessidades da empresa, nesse caso, ela precisa recorrer a uma nuvem privada.

Segurança: para as grandes empresas, que já tem uma grande experiência em administrar seus ambientes de TI, geralmente é mais interessante ter a nuvem dentro da empresa, mantida pelos profissionais da casa. No caso de empresas que ainda estão na curva de aprendizado na área de TI, pode ser mais interessante deixar o serviço complexo na mão de empresas especializadas.

Integração: um dos pontos decisivos para saber se a sua empresa deve adotar uma nuvem pública ou privada é verificar se a complexidade da integração dos sistemas da empresa com a nuvem. No caso das empresas que tem sistema legado com uma estrutura setorizada essa integração é mais complicada.

Fonte: Kátia Arima, da INFO

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